Paginas

"Por favor, cuidem uns dos outros porque a vida é uma intensa viagem, é um imenso carrossel de emoções onde a alegria e a tristeza caminham juntas. Sempre que oramos e vigiamos fazemos com que a vida torne-se suave. Quando transformamos a nossa angústia, o nosso pesadelo em uma imensa nuvem precisamos usar o travesseiro da compaixão para pousarmos a nossa consciência.

Somos frutos de um mesmo Criador! Não importa a religião que professamos, importa o amor que emanamos. Esse é o ensinamento: 'Amai-vos uns aos outros!'."

MICHAEL J. JACKSON

Texto psicografado pela médium:
CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

CONSECRATED ARDOR

Dear Friends of the Land of Santa Cruz, especially Kiko Veiga Veiga, my Facebook friend.

As you were the first among many others that made me the same question, I'm answering you also responding to the others.

About eight years before the Ayrton Senna died, he being an astral traveler, already worked with me in perisprit, which led me to seek him. As I always say in interviews, a popular singer led me to him,  in the “Officina do Chicão”. I explained to Senna what was happening with his perisprit. He was terrified, but assured me that was aware of it, so that, after time, being interviewed by Quatro Rodas magazine, confirmed that he left his body. I showed him the books in which your perisprit had participated. I explained that these books did not aim any financial return for me because my copyright was passed. So I want you to pay attention to the fact that he has worked with me in perisprit eight years before he died. After his disembodiment, our work continued, and continues to this day.


Sometime later of his disembodiment I took those same books to the Ayrton Senna Institute, where, when talking to a person of his family, I exposed the intentions of the spirit of Senna. It was his will that the books be edited and that copyrights would be transferred to them, so that the funds generated by their sale would  be revert to the benefit of the Institute.

Responding, some time later, I received a kind letter from the Senna family, signed by all, stating that this proposal was not viable. Following the request of the spirit of Senna, this letter from the Institute is posted on this blog. In the popular "he entered with spiritual 'buzanfa', I with my incarnate and they with gravel." Recomposed of gravel, we align our bliss, accelerated in pen and easily we surpassed more than 300 books, after all charity needs to be maintained either way. But as a good champion does not run from a fight, we still live in hope of making this partnership a reality.



The nickname Bernardo Bandeira Brasil da Silva came up because, at the time of St. Francis of Assisi, the spirit of Senna was Bernardo the beloved St. Bernard. Bandeira (in English :Flag) because he always carried it proudly; Brazil because he loved and still loves our country, and Silva because is his surname. We understand that back then, 16 years ago, we should not use his true name because would cause riots. Remember that in these books, he does not speak of his life as automobile pilot, but of his lives and past experiences. When alive, Senna himself told me not feel prepared to be a poet. He claimed that he had not studied enough to write such beautiful things. But gradually, still alive, he understood that his spirit was as great as the meat that occupied. It was explained to him by me and a singer that I referred to earlier, that the books in question were ecumenical spiritual, which Senna himself was understanding gradually. This singer also acted and acts in perisprit until the present day. We have formed and continue to form a perfect tribe. Assure you that in this tribe other perispirits and spirits also integrate.

S Reality? Madness? Books, music ... If it's crazy, my friends, is the folly of the Holy Spirit! S

And I, Carmen, who besides knowing the soul and the past lives of Ayrton, and have lived with him in other lives, I had the blessing of God to be on his side, sometimes this recently time.

No matter if he was an automobile champion  or not. The important thing is his character, personality, righteousness and love to each other that he showed! Surely this character, this honesty, he inherited from his parents. Ayrton, in the condition spirit, keep loving his family. Remains close to her sister, praying that she continues to maintain the Institute with the same grit and determination, and with S ecumenical spirit S. He loves his nephews and remembers details of his earthly existence. This love extends to all Brazilians who still think in him with affection!

In his reincarnation listing only appear excellent services provided to the next, so he is blessed directly by Mary, Joseph and Jesus Christ! In the Astral Plane Senna usually wear his overalls and white sneakers, the motorist style. Ayrton means "consecrated ardor" and because of this, added to the greatness of his spirit was authorized by the Supreme Power to have in his belt jumpsuit, registration: Ayrton Senna da Silva of Brazil.

Senna was Benjamin, the youngest son of Jacob, brother of Joseph All his past lives appear in my books, but as soon as I can - because authorized by him, I'm - let's disclosing on this blog ...

And answering the phone calls I have received from people mainly from Rio de Janeiro, wondering if I'm Carmen, friend Vanucci, of the Cento Cosme Velho, I affirm that I am myself. But this is another story ...

S We signed with the roar of lightning, the thunder hiccupsthe, the tears of the reward, the sweat of work and straight lines and curves on the climbs and on the slopes existing on the planet earth. May your comprehensions, my friends, be widely accelerated! May your helmets are the  helmets of wisdom! That the gloves be those of humility and overalls, of men of faith and proficient workers! S


With love we parted,


CARMEN AND AYRTON SENNA

(S) This is the signed chosen by Senna to identify the phrases spoken directly by him.

Tradução para o inglês: 
Iara Gallotti Frantz



sábado, 7 de dezembro de 2013

ARDOR CONSAGRADO


Queridos amigos da Terra de Santa Cruz, principalmente Kiko Veiga Veiga, meu amigo do Facebook.

Como você foi o primeiro entre tantos outros que me fizeram a mesma pergunta, respondendo a você estou também respondendo aos demais.

Aproximadamente oito anos antes do Ayrton Senna morrer, sendo ele um viajante astral, já trabalhava comigo em perispírito, o que me levou a procurá-lo. Conforme sempre digo em entrevistas, um cantor muito conhecido levou-me até ele, na Oficina do Chicão. Expliquei ao Senna o que estava acontecendo com o seu perispírito. Ele ficou apavorado, mas me garantiu que tinha ciência disso, tanto que, tempos depois, sendo entrevistado pela Revista Quatro Rodas, confirmou que saia do corpo. Mostrei-lhe os livros nos quais o seu perispírito havia participado. Expliquei que estes livros não tinham como objetivo algum retorno financeiro para mim, pois os meus direitos autorais eram repassados. Portanto, quero que vocês atentem para o fato de que ele já trabalhava comigo, em perispírito, oito anos antes de morrer. Após o seu desencarne, nosso trabalho continuou e prossegue até os dias de hoje.

Tempos depois de seu desencarne levei aqueles mesmos livros até o Instituto Ayrton Senna, onde, ao conversar com uma pessoa da sua família, expus as intenções do espírito de Senna. Era de sua vontade que os editassem e que os direitos autorais fossem repassados a eles, para que os recursos gerados por sua venda se revertessem em benefício do Instituto.

Em resposta, tempos depois, recebi uma amável carta da família Senna, assinada por todos, afirmando que esta proposta era inviável. Atendendo ao pedido do espírito de Senna, esta carta do Instituto está divulgada neste blog. No popular “ele entrou com a 'buzanfa'  espiritual, eu com a minha encarnada e eles com a brita ”. Recompostos da brita, alinhamos a nossa bem-aventurança, aceleramos na caneta e ultrapassamos facilmente mais de 300 livros, afinal de contas a caridade precisa ser mantida, seja como for. Mas como um bom campeão não foge à luta, nós ainda vivemos na esperança de tornar realidade esta parceria.

O pseudônimo Bernardo Bandeira Brasil da Silva surgiu porque, na época de São Francisco de Assis, o espírito de Senna foi Bernardo, o amado São Bernardo. Bandeira porque ele sempre a carregou com orgulho; Brasil porque amou e continua amando nossa pátria; e Silva porque é o seu sobrenome. Nós entendemos que naquela época, há 16 anos, não deveríamos usar seu nome terreno porque isso ocasionaria tumultos. Lembremos que, nestes livros, ele não fala de sua vida como piloto automobilístico, mas sim de suas existências e experiências anteriores. Quando vivo, o próprio Senna falou-me não se sentir preparado para ser um poeta. Alegava não ter estudado o suficiente para escrever coisas tão belas. Mas, aos poucos, ainda em vida, entendeu que o espírito dele era tão grandioso quanto a carne que ocupava. Foi explicado a ele por mim e pelo cantor ao qual me referi anteriormente, que os livros em questão eram espiritualistas ecumênicos, o que o próprio Senna foi compreendendo aos poucos. Este cantor também atuava e atua em perispírito até os dias de hoje. Formamos e continuamos a formar uma tribo perfeita. Afirmo a vocês que a esta tribo outros perispíritos e espíritos também a integram.

S Realidade? Loucura? Livros, músicas... Se for uma loucura, meus amigos, é a loucura do Divino Espírito Santo! S

E eu, Carmem, que além de conhecer a alma e os reencarnes do Ayrton e de ter convivido com ele em outras vidas, tive a benção divina de estar ao seu lado, algumas vezes, nesta época recente.

Não importa se ele foi um campeão automobilístico ou não. Importa o caráter, a personalidade, a retidão e o amor ao próximo que ele demonstrou! Certamente este caráter, esta honestidade, ele herdou dos seus pais. Ayrton, na condição de espírito, continua amando a sua família. Permanece próximo a sua irmã, orando para que ela continue a manter o Instituto com a mesma garra e determinação, e com S  espírito ecumênico S. Ele ama os sobrinhos e recorda-se de detalhes de sua existência terrena. Esse amor é extensivo a todos os brasileiros que continuam pensando nele com carinho!

Em sua listagem reencarnatória só constam excelentes serviços prestados ao próximo, por isso ele é abençoado diretamente por Maria, José e Jesus Cristo! No Plano Astral Senna costuma usar seu macacão e tênis brancos, ao estilo automobilista. Ayrton significa “ardor consagrado” e devido a isto, somado à grandeza de seu espírito foi autorizado pelo Poder Supremo a ter, no cinto de seu macacão, a inscrição: Ayrton Senna da Silva do Brasil.

Senna foi Benjamin, filho mais novo de Jacó, irmão de José. Todos os seus reencarnes constam nos livros, mas assim que eu puder – porque autorizada por ele, estou – vamos divulgando no blog...
  
E respondendo aos telefonemas que recebi, de pessoas principalmente do Rio de Janeiro, me perguntando se sou a Carmem, amiga do Vanucci, do Cento do Cosme Velho, afirmo que sou eu mesma. Mas esta é outra história...

S  Assinamos com o estrondo do raio, o soluço do trovão, as lágrimas da recompensa, o suor do trabalho e as retas e curvas nas subidas e nos declives existentes em todo o planeta Terra. Que as suas compreensões, meus amigos, sejam amplamente aceleradas! Que seus capacetes sejam os da sabedoria! Que as luvas sejam as da humildade e os macacões, de homens de fé e exímios trabalhadores!  S 

Com amor nos despedimos,


CARMEM E AYRTON SENNA

(S) Sinal escolhido por Senna para identificar as suas falas diretas.

Digitação, correção e publicação:
Maíra Gallotti Frantz
Maria da Graça Mendonça Gallotti






sábado, 30 de novembro de 2013

CONTINUANDO O CONHECE-TE A TI MESMO


Queridos amigos,



Recebi inúmeros telefonemas pedindo para que eu continuasse escrevendo sobre a civilização maia. Porém, não é nossa missão nos aprofundarmos na história, nossos objetivos realmente continuam sendo os reencarnes.

Assim, prosseguimos...

A região da América Central é apaixonante. No blog anterior falamos sobre Chichén Itzá e Mayapan. Preciso esclarecer que estes e outros assuntos constam em nossos livros, que são apresentados inclusive nos álbuns do Facebook. E quando digo “nossos”, é porque os meus mentores espirituais e o meu espírito encarnado possuem esta missão. Aqui no blog temos que atuar dentro de alguns limites, ou seja, precisamos ser vagarosos, o que nos entristece. Já os seus reencarnes são citados apenas no blog, porque os livros já foram psicografados nestes últimos vinte e oito anos e, naquele período, não existia computador, nem tão pouco acesso à internet.

Agora vamos voltar para os egípcios e os maias. Estamos caminhando na linha do tempo, passo a passo...


No Egito morre Tutancâmon, que tinha a sua saúde debilitada em função de ser portador de lúpus e púrpura. Embora seus familiares e conselheiros não recomendassem que ele participasse de batalhas, sua conhecida teimosia levou-o a um significativo combate. Ao conduzir sua biga, que estava no centro de outras quatro carruagens, foi atingido. Os ferimentos não cicatrizavam, ou seja, a hemorragia era severa, não estancava, embora, na época, os melhores e mais conhecidos médicos-sacerdotes tenham sido por ele, pessoalmente, contratados. Um destes médicos-sacerdotes tinha deixado o Reino Kush, na Núbia. Além de servir ao jovem Faraó, foi também seu cunhado.

Após a morte prematura de Tutancâmon e do seu milionário sepultamento, Kurru, o médico, sua esposa e quatro filhos, deixaram o palácio e voltaram para a Núbia (atualmente Sudão).

Muitos dos familiares, amigos pessoais e funcionários do jovem Faraó, ao saberem do seu falecimento, suicidaram-se porque acreditavam que precisavam estar com o Faraó em outro mundo.

Um dos grandes amigos pessoais de Tutancamon e de sua esposa tinha deixado a cidade de Ur. O Faraó batizou-o com o nome de Urtutancamon, homem de vários dons e conhecimentos. O jovem Faraó remunerava muito bem aqueles que promoviam a prosperidade em seu governo. Após a sua morte, este amigo pessoal permaneceu no palácio e foi ele quem organizou o cerimonial de Tutancamon e tentou socorrer, sem êxito, a esposa do Faraó, que suicidou-se.

Na linha do tempo, Kurru, residindo novamente na Núbia com a irmã biológica do jovem Faraó, seus filhos, netos e bisnetos, formou uma nova raiz dinástica. Foram alguns de seus descendentes os meus seguintes amigos do Facebook:

Bruno Santos, Allan Jefferson de Oliveira, Sonia Lopes, Jovani Cavalheiro da Silva, Luiz Augusto Momoli, Aldo Kardosh e Carla Andrea.

Após alguns anos, os tataranetos do médico-sacerdote voltaram para o Egito. Tornaram-se conhecidos pelo sobrenome Piye. Reinaram por inúmeras décadas e construíram várias edificações, em especial em Luxor, Tebas, Shabaka e Karnak. Os monumentos não foram esquecidos, porém permaneceram inacabados. Somente foram retomadas as suas construções quando Shabaka e Taharga fizeram, com suas excelentes administrações, a cidade de Mênfis prosperar.


Enquanto isso, na Ilha de Creta, uma civilização evoluída tanto quanto ou mais do que o Egito, despontava em todo o seu esplendor. O comércio marítimo, através dos melhores e mais preparados navegadores, abastecia várias regiões. Os monaicos, povo distinto dos minoicos cretenses, eram exímios agricultores e pecuaristas e deram início à fundição do metal. Creta acolheu vários povos, inclusive os egípcios. Estranhamente os monaicos relatavam a presença de visitantes do céu. Discos voadores? Aviões? Como poderia isso ser possível, milênios antes de Cristo?

Creta prosperava. Seus estudiosos adiantavam-se no tempo e nas edificações, sendo uma delas o Templo de Hércules onde, em uma determinada ilha, homens, mulheres, crianças nasciam desprovidos de pelos e tendo, entre os dedos dos pés e das mãos, uma fina membrana. Não bastassem estas diferenças, outras também eram evidentes e chamavam a atenção dos visitantes que chegavam ao grande porto, onde inúmeras embarcações transitavam ou simplesmente ficavam ancoradas. A articulação dos lábios e o som emitido em nada se comparavam aos viajantes do além mar. Os moradores da ilha próxima a Creta, não possuíam genitália e, portanto não evidenciavam órgãos que os caracterizassem em relação ao sexo. Como poderiam procriar? Ouvia-se rotineiramente que este povo havia sido enviado do céu ou então do fundo do mar. Homens com habilidade de mover-se dentro da água, igual ou melhor do que os peixes. Olhos que lembravam os répteis marinhos. Um povo de estudiosos, que despertava medo por seu vasto conhecimento. Ouvia-se também dizer que aqueles que saíram de Creta e foram residir na ilha vizinha casavam-se e, destas uniões nasciam os homens-peixes.

Nesta cidade (ilha), vez ou outra a inundação era inevitável. Maremotos, tsunamis e vulcões em erupção eram constantes. Com frequência tudo era recomeçado com muito trabalho, em especial a agricultura e a pecuária. Em um destes intensos tsunamis a magnífica cidade, construída no interior da ilha, foi exterminada. Poucos foram aqueles que sobreviveram, salvando-se da fúria do tsunami. A civilização dos monaicos da água foi totalmente devastada. Os sobreviventes que possuíam suas embarcações embrenharam-se pelo mar, através da costa da Grécia. Foram habitar em outros países. Poderiam os habitantes da Ilha de Hércules, vizinhos de Creta, serem os atlântis?

Passaremos para vocês os nomes dos meus amigos do Facebook e de algumas pessoas conhecidas do grande público que estiveram encarnadas na Grécia, em especial em Creta e na Ilha do Templo ou Coluna de Hércules, atualmente Estreito de Gibraltar. Porém, antes de citarmos os nomes, preciso informar-lhes que a genética dos remanescentes dos monaicos possui, atualmente, tendência a problemas dermatológicos, como a ictiose. Portanto, não vamos confundir genética (DNA) com reencarne (espírito).

Seguem os nomes:



Maicon Koch, Claudia Silvano, Renato Pache, Jason Anderson, Geovana Alves, Leandro Gustavo, Luciana e Nivaldo (Gusttavo Lima), Daniel, Fabio Júnior, Adriane Galisteu, Ayrton Senna, Luis Gustavo, Paula Fernandes e outros que futuramente relacionaremos. 


Não podemos fantasiar ou tornarmos lendária uma época e seu povo real, que produzia perfumes, figo, azeitonas, romãs e uva e explorava ouro, bronze, cobre e pérolas. Atlântis ou não, os monaicos, foram especiais! Futuramente falaremos sobre a amada e misteriosa Atlântida...

Entre as renomadas famílias dos monaicos, uma delas destacava-se. Refiro-me à família de Ptlomeu, que era um navegador e principalmente um armador. Fixou residência, a princípio, em Mênfis e posteriormente em Luxor onde, alguns anos depois, um de seus filhos casou com uma das herdeiras do Faraó Tutancamon.

Enquanto isso, o Imperador assírio Senaqueribe avança para a Judeia e Tiraca I, para Jerusalém. Exatamente neste ponto extremamente importante os ancestrais do amado Rei Davi começam a movimentar-se politicamente. Dentro da nossa lista de nomes do Facebook, encontramos os seguintes amigos que pertenciam ao comando militar de Tiraca I:

Ricardo Eugênio, Vitor Rafael Santos, Marcio Recexinete, Nelson Oliveira e Cristiano Santos.

Logo após esta esplendorosa época, pesquisando e avaliando os nomes do Facebook, não encontramos nenhum deles reencarnados.

Como estamos trabalhando com uma listagem que é, diariamente, complementada por novos nomes, se precisarmos retroceder nas épocas, iremos fazê-lo, para não deixarmos ninguém sem resposta. Possivelmente passaremos por algumas épocas sem citá-las, porque realmente não temos os reencarnantes. Lembrem-se que estamos circulando com aproximadamente mil nomes. Mesmo assim, ao passarmos para a próxima fase do Egito, o reinado de Cleópatra, aguardo, tanto quanto vocês, mais novidades.


Em relação aos atendimentos na Casa de Orientação Espiritual Ecumênica Padre Cícero Romão Batista (COEE), quero ressaltar que participaram dos trabalhos no dia de hoje Eliane, Denise, Jandira, Maria da Graça, Maíra, Andréia, Lincoln, Dario, Edilson, Bernadete, Normelia, Beth, Ricardo, Mara e eu.




Assino este texto onde o papel é a união das pétalas de rosa branca, salpicadas com o dourado do Sol e bordadas com a luminosidade da Lua. Com a espada de Joana D’Arc eu desenho um coração em cima de cada coração. Amém!

CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR

Digitação, correção e publicação:
Maíra Gallotti Frantz
Maria da Graça Mendonça Gallotti

sábado, 9 de novembro de 2013

O MISTÉRIO DOS MAIAS



 Enquanto ocorre o curto mandato do Faraó Tutancâmon, o Império Maia toma proporções maiores. Erguem-se monumentos e o plantio evolui, em especial no que se refere ao armazenamento de grãos. As famílias Xiu e Itzá iniciam a luta pelo poder, até então pertencente à família Letzat. Com o estabelecimento da aliança entre as cidades de Mayapan, Chichen-Itzá e Uxmal, variações de milho de cores diferentes, chamados kukuruz e maís, sendo este o mais escuro, transformam-se em moeda de troca.

Enquanto os poderosos erguiam os seus edifícios, os trabalhadores braçais residiam em cabanas de folhagens e madeira. Ocorre a evolução do artesanato quando o barro modelado é aquecido e pintado. A tinta utilizada era preparada a partir de elementos da floresta.

Em Chichen-Itzá, além do conhecido Poço Sagrado, havia um imenso palácio, todo adornado. Seus habitantes e sacerdotes, independente de classe social, em seus modos arcaicos, utilizavam aves e outros animais para sacrifícios. Nesta época não era costume a realização dos sacrifícios humanos, embora muito anteriormente, jovens e donzelas fossem jogados neste poço profundo, que possuía, de uma margem à outra 70 metros de largura e mais de 25 metros de profundidade. Vez ou outra a água era lamacenta. Neste poço, em águas mais recentes, 100 a.C., objetos eram jogados em troca de favores e, ao mesmo tempo, para agradecer ao Deus da Chuva, Tlaloc, ao Deus Serpente, Quetzacoalt, e ao Deus da Floresta, Hunal-KuO único Deus Supremo do Céu, no entendimento dos maias, era Kukulkan, um dos seus primeiros mestres, aquele que possibilitou-lhes obter ouro e jade. O Templo de Kukulkan era conhecido como a “Serpente de Pluma”. O apogeu do Templo dos Guerreiros e sua realeza será tratado em textos posteriores do blog.

O que chama atenção é que os maias que exerciam seus remotos sacerdócios reverenciavam seus ancestrais, que segundo eles, desapareceram devido à inundação da cidade antiga, levando o registro de toda uma história. Esta cidade era Atlântida e os maias, toltecas e astecas, os descendentes dos atlântis. Este assunto será aprofundado em um próximo texto do blog.

Da imensa lista dos meus amigos do Facebook, estiveram reencarnados como membros da família Kiu, na condição de líderes, governantes e sacerdotisas: Rodolfo Maestrine, Hildebrando Araujo Neto, Joaquim Augusto Albertk, Manoel Mario Glibb, David Santos, Osvaldo Morcillo Marin, Edson Nemoto, Carlos Tobias e Jucemar Brito.

Na condição de governantes e sacerdotisas Itzá encontramos: Vinícius Gebara, Luísa Paoliello, Antônia Maria Correia, Mr-Mourad Choppér, Jeison Quadros, Andrade Fabiano, Frederico Czar, Arlete Ramello, Guga Cidral Boslooper e Osmari Malinowski.

E no Egito as dinastias prosseguem...


Em relação aos atendimentos na Casa de Orientação Espiritual Ecumênica Padre Cícero Romão Batista (COEE), quero ressaltar que participaram dos trabalhos no dia de hoje Eliane, Denise, Jandira, Maria da Graça, Maíra, Iara, Andréia, Lincoln, Dario, Edilson, Bernadete, Normelia e eu. 

Assino este texto onde o papel é a união das pétalas de rosa branca, salpicadas com o dourado do Sol e bordadas com a luminosidade da Lua. Com a espada de Joana D’Arc eu desenho um coração em cima de cada coração. Amém!

 
CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR

Digitação, correção e publicação:
Maíra Gallotti Frantz
Maria da Graça Mendonça Gallotti

sábado, 2 de novembro de 2013

MORTOS VIVOS



Hoje é feriado, comemora-se o Dia de Finados.

Aqui no Plano Astral nós, espíritos, choramos por vocês que acreditam estarem vivos. Vida totalmente ilusória, pois quem vive e pode morrer a qualquer hora são vocês. Referimo-nos ao Brasil! Não estamos reportando-nos além! Vocês iniciaram um ciclo destrutivo, muito destrutivo, aonde manifestações acumulam-se. Manifestações pintadas de ações terroristas. Não chorem por nós que desencarnamos e vivemos na paz espiritual! Auxiliem-se, unam-se porque os flagrantes e flagelos das carnes residem em vosso planeta. Tanto questionam se existe vida fora da Terra... Sim, existe! Mas, em nenhum daqueles planetas a desorganização impera. Refiro-me à desorganização energética que levará facilmente ao caos. Vocês precisam estancar, cicatrizar a ferida da corrupção, a metástase do câncer, da impaciência e da imprudência, o HIV da falta de amor. Quem diria que o nosso País seria diariamente estuprado? É óbvio que sim! Estão estuprando o país que tanto amei e continuo amando.

Quem eu sou? Quem sou eu? Quem fui enquanto estive encarnado, não vem ao caso! O que eu precisava lhes escrever é exatamente isto. Os mortos são vocês! Aqueles que ainda serão cremados ou enterrados serão vocês, porém enquanto o desencarne de vocês não acontecer, tratem de ser felizes com “o muito” ou com “o pouco” que Deus lhes deu.

Enquanto estive encarnado cheguei a pensar que, ao me aposentar, me tornaria um evangelizador. Ledo engano! Preferi tornar-me revelador flanelinha do planeta, manobrista deste imenso universo, manobrista no estacionamento de cada coração e de cada olhar que me acompanha neste momento. Por favor, mantenham-se em alerta! Auxiliem, dentro do possível, os seus governantes! Em especial, fiquem em alerta porque nem todos que participam de manifestações possuem boas intenções. Me perdoem, ou melhor, me entendam pois precisei desabafar. Estou escrevendo outro livro e, entre um capítulo e outro, resolvi psicografar pensando em todos os meus imensos amores nacionais, seja o vovô, a vovó, mamães, papais, titios, titias, baixinhos e baixinhas, enfim, pensando em todos vocês, independente de credo, etnia ou posição social.

Ah! Eu não nasci e desencarnei para ser poeta, profeta... Nasci e desencarnei para fazer com que a sua alma, o seu espírito e a sua veste corpórea acelerassem na reta da misericórdia e da fé, na curva da felicidade eterna. Amém!

Texto psicografado por um espírito amigo através
 da médium CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR

Em Curitiba-PR, Brasil, 29/10/2013.
Terça-feira, às 8:14h.

Digitação e correção:
Maíra Gallotti Frantz
Maria da Graça Mendonça Gallotti