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"Por favor, cuidem uns dos outros porque a vida é uma intensa viagem, é um imenso carrossel de emoções onde a alegria e a tristeza caminham juntas. Sempre que oramos e vigiamos fazemos com que a vida torne-se suave. Quando transformamos a nossa angústia, o nosso pesadelo em uma imensa nuvem precisamos usar o travesseiro da compaixão para pousarmos a nossa consciência.

Somos frutos de um mesmo Criador! Não importa a religião que professamos, importa o amor que emanamos. Esse é o ensinamento: 'Amai-vos uns aos outros!'."

MICHAEL J. JACKSON

Texto psicografado pela médium:
CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR

sábado, 23 de agosto de 2014

ACERTO DE CONTAS


Oi, meus erês, meus curumins, meus anjos de luz!

Conforme lhes prometi na semana passada, hoje vamos conversar sobre discriminação maternal e paternal. 

Embora eu atenda ao público desde os meus 14 anos e minha mediunidade tenha se manifestado, segundo a minha mãe, quando eu ainda tinha 4 anos de idade, é importante que saibam que os assuntos tratados aqui no blog não são escolhidos apenas por mim. São sugeridos, tanto pelos espíritos que atuam comigo, quanto pelas pessoas que atendemos, seja aos sábados, na Casa de Orientação (COEE), a qual presido há 30 anos, ou durante os meus atendimentos ao longo da semana, através do Tarot.

Assim, como tem sido absurdamente recorrentes  os relatos de filhos que se sentem discriminados pelos próprios pais, sem que, aos seus olhos, haja real motivo, este é o assunto de hoje. 

Muitas vezes os filhos podem ferir o coração de seus pais porque escolheram uma profissão que não é do agrado deles, ou porque namoram pessoas que os pais não aprovam ou simplesmente porque, após a separação e o reinício, com outra família, os filhos do casamento anterior são praticamente esquecidos. Já comentei, em textos anteriores do blog que, após o desencarne, no Plano Astral o que realmente dá um "pepino dos grandes" é a discriminação, seja ela qual for. Quando o assunto é discriminação maternal ou paternal, a dor dos afetados é ainda maior. 

Os relatos que ouço são inúmeros a exemplo dos que seguem:

" _Carmem,  eu nunca fiz nada para a minha mãe agir assim comigo. Somos três irmãos, mas tudo o que é de mais barato, tudo que é o refugo que ela não quer, eu que recebo. Os presentes de maior valor são para os meus irmãos. Eu queria saber se é intriga de existências anteriores, se é karma?"

" _Carmem, o meu pai não me trata como trata os meus irmãos. Preciso saber se sou filha biológica ou adotiva."

"_O meu pai é médico cirurgião otorrinolaringologista e eu não quis cursar medicina, porque não tenho essa vocação. Fiz faculdade de Música e, desde então, há sete anos, ele não fala mais comigo. Mal me cumprimenta. Passamos o Natal juntos a contragosto dele." 

"_Porque namorei o meu primo por cinco meses minha mãe, não conversa mais comigo. Depois disso, casei com outra pessoa, com quem tive dois filhos e, ainda assim, ela trata os netos muito mal."

"_Meu pai só pagou pensão porque foi forçado pela justiça, mas durante minha faculdade sequer me perguntou se eu me sentia feliz. Mesmo tendo o convidado para a minha formatura de odontologia, ele não apareceu." 

"_Carmem, tenho um tio que tem um filho e uma filha que são homossexuais. Este meu tio sempre os acolheu, foi bondoso e generoso. Nunca os discriminou pelo fato de serem homossexuais. Mas meu pai, que teve a mesma criação que ele, discrimina os seus próprios filhos, sem que tivéssemos feito algo que provocasse algum desconforto."

Fazendo uma estatística em relação a estes últimos atendimentos, sem colocar a culpa em karmas, descobrimos que 80% dos casos nada tem a ver com vidas passadas e sim com "picuinhas" terrenas, seja porque não seguem a mesma religião ou porque não optaram pela profissão que os pais queriam, entre outras situações. Os verdugos, os discriminadores, muitas vezes tentam modificar esta situação, mas não conseguem porque o orgulho os impede. Normalmente os que são discriminados possuem uma abertura mais ampla para o diálogo. Os demais, 20% dos casos, têm ligação com situações advindas de existências anteriores. 

Avaliando cuidadosamente todos os casos, dentre estes os acima citados, verifiquei que discriminador e discriminado, muitas vezes, possuem traços da personalidade muito próximos. Isso desencadeia uma batalha entre pais e filhos, uma  disputa de consciências. 

Quando nos deparamos com casos como esses, orientamos que as pessoas envolvidas busquem uma avaliação psicológica para que seja verificada a necessidade de acompanhamento psicoterápico. Em paralelo, no aspecto espiritual, trabalhamos abrindo caminho para que discriminado e discriminador possam sentar e resolver, "olho no olho", através do diálogo, os seus problemas. 

Quando o discriminador tem uma energia superior ao discriminado, ele o afeta na coluna vertebral, podendo ocasionar problemas como a leucemia e outras patologias que surgem em função da dor e da mágoa, mesmo que em sua genética nada conste. Inúmeros casos de câncer que surgem repentinamente estão associados à discriminação paternal ou maternal. Casos de ansiedade, bipolaridade e esquizofrenia também podem ser originados desta discriminação. Estamos catalogando todo este material para que, no futuro, os resultados de sua análise sejam publicizados através de um vídeo a ser postado no Youtube. Para tanto eu, representando a espiritualidade e formada na área da saúde, pretendo juntar-me a um profissional da área da psicologia e um geneticista, a fim de produzir um material que contemple estas diferentes dimensões

No momento, peço a vocês que leem este blog e que passam por este problema, que não revidem aos ataques do discriminador, mesmo que depois precisem ir para debaixo do chuveiro  chorar sozinhos. Não revidem. Assim toda a carga do discriminador voltará para ele mesmo, auxiliando-o para que a sua consciência comece a pulsar e vibrar de maneira que a "ficha caia". O que não podemos mais admitir é que problemas gravíssimos de saúde surjam em função da discriminação. Além disso, agindo dessa forma, quando ocorrer o desencarne, tanto do discriminador quanto do discriminado, a "fatura" já terá sido paga "aqui embaixo", ou seja, resolvida no Plano Terreno. Se não resolvida aqui, nesta vida, "lá em cima", no Plano Astral, terão de entrar em acordo. Sei que é difícil manter-se resignado, mas é necessário. É exatamente a resignação que impulsionará a evolução do verdugo, do opressor. 

Por ora, não vou me alongar sobre este assunto porque toda a equipe de médiuns da COEE, nossos mentores espirituais e perispirituais e eu estamos nos dedicando a uma causa muito significativa: uma jovem chamada Thaise Estevo Cruz, mãe de duas meninas de 8 anos, nascida em 11/04/1982, desaparecida há um ano e nove meses. Precisamos deste tempo para agir, através de viagens astrais e de buscas espirituais, a fim de verificar o que está acontecendo. Também trabalhamos para auxiliar na busca de muitas outras pessoas desaparecidas, adultos ou crianças, pois o número crescente de casos é estarrecedor e isto nos preocupa cotidianamente.

Por fim, aviso às pessoas que foram atendidas por mim ontem, através do Facebook e por e-mail que vocês foram trabalhadas hoje, através de irradiação.

Assino este texto onde o papel é a união das pétalas de rosa branca, salpicadas com o dourado do Sol e bordadas com a luminosidade da Lua. Com a espada de Joana D'Arc, eu desenho um coração em cada coração.


CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR


Digitação, revisão textual e publicação:
Maria da Graça Mendonça Gallotti
Maíra Gallotti Frantz


sábado, 16 de agosto de 2014

BUSCA E INTUIÇÃO 


Oi, meus erês, meus curumins, anjos de luz!

Hoje convido todos vocês a assistirem o vídeo postado em meu canal do Youtube em que converso com Cristiane Lopes, amiga e médium da nossa instituição (COEE), a respeito do livro intitulado "Busca e Intuição" (1989). Este livro, psicografado por espíritos diversos, através de mim, foi registrado de forma manuscrita pela Cris e, depois, serigrafado. Vale a pena conferir! 



Com relação ao acidente aéreo que vitimou o candidato à presidência, Eduardo Campos e outras seis pessoas, ocorrido nesta semana em Santos/SP, posso adiantar-lhes que, segundo o espírito do piloto da aeronave, houve uma pane elétrica. Após o acidente, apesar de ainda assustados, os espíritos das vítimas foram recebidos no Hospital Maior do Plano Astral, onde foram informados sobre os seus desencarnes e entraram em tratamento de sonoterapia. Apesar da gravidade do acidente, seus campos eletromagnéticos permaneceram intactos, protegendo os espíritos. Embora Eduardo Campos não fosse o meu candidato, o admirava e respeitava por sua integridade. Sinto muito pela dor da perda de sua família e amigos, bem como pela imensa dor das famílias e amigos das demais vítimas. No decorrer desta semana passo maiores informações sobre este caso. 

Pretendo conversar com vocês também sobre um assunto que considero de grande importância. Muitos falam sobre discriminação, seja de ordem social, sexual, financeira, racial, religiosa ou outra, mas quero abordar aquela que considero a maior das discriminações, a discriminação de um pai ou uma mãe em relação a seus filhos. Mas este é um assunto que vou abordar nos próximos textos do blog... 

Tenham um excelente final de semana! Lutem pelos seus ideais. Sejam mais felizes do que já são! Reflitam sobre o fato de que a vida passa muito depressa e, por isso, não devemos perder tempo. Busquem a realização de seus sonhos e projetos. Lutem para que tudo seja pintado com as cores da perseverança. É muito fácil declarar a felicidade, seja pelo Facebook ou outras redes sociais, porém a verdadeira felicidade não se fala, se sente. 

Amo vocês! Entre o Céu e a Terra, no núcleo do Sol, no brilho incessante das estrelas, no seus soluços e nas lágrimas que derrubam, tenho a certeza que vocês nasceram para brilhar. Deus os abençoe! Uma semana de conscientização a todos! 

Eu não possuo o Templo de Salomão, mas humildemente lhes digo que possuo o templo das almas, dos espíritos, dos viajantes astrais e, neste pequeno templo em estrutura, que é nossa instituição, atendo juntamente com minha equipe mediúnica, com amor ao próximo, a todos aqueles que nos procuram aos sábados a tarde para atendimentos que são realizados ao longo dos últimos trinta anos, e isso ninguém pode tirar de mim.


CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR

Digitação, revisão textual e publicação:
Maria da Graça Mendonça Gallotti
Maíra Gallotti Frantz

sábado, 9 de agosto de 2014

PAI

Pai da emoção, da educação, da manutenção. Pai do repreendimento, do limite, da inspiração. Pai que vibra, que enaltece, que cria, que conduz. Pai que segura nas mãos dos filhos e remove os seus problemas. Pai encarnado ou desencarnado, biológico ou do coração. Pai é vida e é além da vida...

Para aqueles que ainda possuem o seu pai encarnado, ainda que não lhe pareça o melhor dos pais, ele é pai e, na condição de filho ou filha, devemos ouvi-lo, não com os ouvidos da carne mas sim, da alma, do espírito. Existem milhões de maneiras de expressar amor. Pais mais antigos, mais conservadores não aprenderam a amar seus filhos da maneira que os filhos gostariam. Para estes pais o simples fato de alimentá-los já lhes confere a sensação de dever cumprido. 

Os pais da nova era conduzem a educação de seus filhos de uma forma mais ampla. Mais amizade, menos repreensão. 

Qual pai age de forma mais correta? Aquele que repreende excessivamente ou o que não impõem limites? Esse é um assunto sobre o qual poderíamos percorrer milhares de páginas e, ao final, não chegaríamos a um consenso.

Existem os pais "zumbis", aqueles que têm seus filhos mas que não os amam, não os registram, não os alimentam e que, ao chegarem ao Plano Superior, após a morte, se arrependem e lamentam por não terem exercido o oficio de pai. Há também pais que fazem questão de que seus filhos se curvem diante deles, exercendo a suprema arma da paternidade. 

Pai, expressão máxima da multiplicação da espécie. Espécie de amar, de orientar e de conduzir. Existe o pai que é o avô, o tio que é pai. Pais em várias manifestações. O dia dos pais é todo dia! Assim como o dia do amor é diário. 

Me preocupo, especialmente no dia de hoje, com os filhos que não possuem seus pais encarnados, dia em que as lágrimas sufocam o sorriso. Sendo eu espiritualista e entendendo que a vida continua, no decorrer dessa semana, mexeu com meu coração e minha alma uma publicação na internet que clamava a Deus que trouxesse de volta um pai, já desencarnado, nem que fosse por um segundo. A essas pessoas afirmo que Deus não os traz de volta apenas por um segundo: os espíritos dos pais que já partiram vêm ao Plano Terreno visitar seus filhos ou, no caminho inverso, os corpos astrais dos filhos vão ao Plano Astral, em desdobramento, encontrar seus pais. Ninguém é deixado de lado...

Hoje a nossa homenagem é para os pais, tanto aos que residem no Plano Superior, quanto aos que estão encarnados, independente de idade, credo, raça, orientação sexual ou condição social.  Que o Maior dos Pais, José, escolhido por Deus para assumir a responsabilidade sobre o Filho Magnânimo faça com que recaiam suas bençãos sobre todos vocês. Que ele, no dia de hoje como em todos os demais dias, abençoe os homens de boa fé e de boa conduta. Que a amplitude energética de São José possa abraçar todos os pais biológicos, os pais por adoção e os pais que não tiveram seus filhos, mas que adotaram filhos através da religião. 

Que o dia dos pais seja repleto de bençãos infinitas, de saúde, de equilíbrio emocional e de vida financeira organizada para que possam conduzir, com sabedoria, seus filhos. 

Em especial, ao meu pai, Edgard, que me proporcionou ter retornado ao Plano Terreno, embora seu ideal fosse que eu seguisse o catolicismo, desejo um lindo dia com os seus filhos, meus irmãos e eu, netos e bisnetos. Sou grata pois, se estou encarnada é porque também ele possibilitou minha existência, assim como cada um de vocês teve a oportunidade de existir através da fecundação do óvulo pelo espermatozoide. 

Um feliz dia dos pais!

CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR

Digitação, revisão textual e publicação:
Maria da Graça Mendonça Gallotti
Maíra Gallotti Frantz

sábado, 2 de agosto de 2014

TEMPLOS DE HUMILDADE


Sábios anjos de luz! Curumins, erês que, independente de religião, possuem amor ao próximo!

No decorrer desta semana conversei com o meu amigo e anjo de guarda, Belmiro Chagas Neto que, já na primeira das minhas inúmeras idas à Uberaba (MG) possibilitou-me visitar o Chico Xavier em sua residência. Ele, além de ter sido amigo pessoal do Chico, foi também seu barbeiro. Portanto, minha ligação com Belmiro é de mais de 30 anos e com ele tenho parceria em livros. Estamos nos programando para relatar essa nossa história, através da gravação de um vídeo que, em breve, vocês poderão assistir em meu canal do Youtube

Também nesta semana, na sexta-feira, minha amiga e médium, Eliane Hainosz, postou nos Correios 72 psicografias que ficaram prontas.

Já na próxima semana prepararemos outro vídeo, durante o qual apresentarei a vocês a arquiteta Cristiane Lopes, responsável por um dos nossos livros, totalmente manuscrito. Além dela o ter preparado através de serigrafia, completou-os com seus desenhos. Tenho exposto a  vocês como foi possível, ao longo destes tantos anos, ter escrito, junto com os espíritos, e posteriormente editado, tantos livros. Aguardem!

Um assunto muito importante hoje, pela manhã, despertou-me profundamente... Sendo eu ecumênica, faço questão de, o mais breve possível, assistir pessoalmente a algumas das missas realizadas por padres que estimo e sei, porque vidente sou, que, ao estarem no altar, recebem a presença do Divino Espírito Santo: Papa Francisco, padre Marcelo Rossi e bispo Dom Fernando, os quais acompanho aos domingos de manhã, pela televisão; padre Zezinho, pioneiro na musicalidade católica; padre Fábio de Melo; padre Kleina; padre Leocádio, que exercia seu sacerdócio na Igreja do bairro Barreirinha, na qual me permitiu proferir uma palestra sobre paranormalidade; padre Reginaldo Manzotti; padre Robson, padres franciscanos e muitos outros que, dentro da religião católica, afirmo terem o dom do Divino Espírito Santo. É muito fácil sentir, em suas missas quando estão regidos pelo Espírito Santo. 

Irmã Dulce, quem conheci pessoalmente e com ela conversei. Dom Hélder Câmara, que esteve sentado ao meu lado, de mãos dadas, durante uma palestra no Memorial Padre Cícero, em Juazeiro do Norte. Francisco Cândido Xavier, mestre e amigo. Madre Teresa de Calcutá e outros mais. Todos estes são templos em alma, espírito e carne. Pensei em muitos outros nomes a citar, pois sei que em outras religiões existem excepcionais sacerdotes. Nas próximas oportunidades, falarei sobre aqueles que conheci pessoalmente e também sobre muitos que não conheço, mas que sempre respeitei. Rabino Henry Sobel, que durante sua presidência do Rabinato da Congregação Israelita Paulista, mobilizou esforços para estabelecer uma ponte entre as religiões cristãs e o judaísmo, participando de eventos ecumênicos. Omar Nasser Filho, que em seu programa aborda assuntos importantes sobre o Grande Islã, o qual assisto com frequência. E tantos outros... 

Todas estas pessoas que citei, e outras que ainda citarei, são luzes que enaltecem, com seus exemplos, a nossa Pátria, o "Brasil, celeiro do mundo, pátria do Evangelho". Sendo eu ecumênica, tenho plena liberdade para expressar a vocês meu respeito e admiração por todos eles. 

Hoje, no blog, quero falar especialmente sobre templos. Que vontade de ir ao Santuário Mãe de Deus e sentir o aconchego da simplicidade emanada pelo padre Marcelo e pelo bispo Dom Fernando. Neste local percebo a mesma pureza que sinto no Grupo Espírita da Prece de Chico Xavier (Casa da Prece) ou ainda quando nos reunimos embaixo do abacateiro. Sinto esta mesma pureza aqui na minha Casa de Orientação Espiritual Ecumênica Padre Cícero Romão Batista (COEE), a qual fundei e presido há 30 anos. Antes disso, desde os meus 14 anos eu já atendia ao público, em outros locais. Portanto, oficialmente, exerço o meu sacerdócio com o mesmo amor e dedicação há 42 anos.  Esta trajetória possibilitou-me ter, ao meu redor, um templo de espíritos, de viajantes astrais e de médiuns que possuem o mesmo amor que possuo. 

Nada mais tenho a dizer. Cada um é cada um... Quem semeia vento, um dia colhe tempestade! Quem semeia amor, através da caridade, é porque conhece as palavras de Jesus e as aplica. Fiquem em paz!

Assino com a força do raio, com a luz do relâmpago e com a sonoridade do trovão, segurando em minha mão direita a estola dos espíritos e das almas e, na esquerda,  a misericórdia. 

Estejam certos de que os filhos que alguns de vocês perderam ou ainda seus pais, amigos ou avós estão em meu Templo chamado Amor.  

CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR


Digitação, revisão textual e publicação:
Maria da Graça Mendonça Gallotti
Maíra Gallotti Frantz

sábado, 26 de julho de 2014

CANÇÃO PARA ADRIANE


Queridos amigos, anjos iluminados!

O texto do blog de hoje é musical. A música que vocês ouvirão, "Canção para Adriane", é parte de um CD que já está pronto há algum tempo e, a pedido do letrista e compositor espiritual, foi gravada neste vídeo a partir da voz e viola, a fim de torná-la ainda mais sublime. Para tanto, precisei esperar a intérprete original, Hadassa Soares, voltar de viagem para, aqui nas dependências da Casa de Orientação Espiritual Ecumênica Padre Cícero Romão Batista (COEE) gravarmos este vídeo. Portanto, esta foi uma semana na qual me dediquei também a essa gravação, muito simples e singela, mas de grande significado. 

Também destinei uma grande parte desta semana rezando pelos palestinos e israelenses, pois, como muitos, estou muito preocupada com a situação que vem ocorrendo no Oriente Médio. Sei que o modernismo tende ao uso do termo "orar" mas, se eu pego um rosário em minhas mãos, eu não oro, eu rezo. Para o meu coração rezar significa dobrar o seu pedido e a sua fé. Entendam como quiserem entender... 

Ainda durante esta semana me dediquei a uma causa muito importante pra mim. Novamente saí a campo, percorrendo locais distintos, por onde passaram Rachel Genofre, Tayná Adriane da Silva, Everton de Lima Vicente Gonçalves e tantos outros. Não é segredo para ninguém que há muitos anos eu fico à caça daqueles que, ainda crianças, desapareceram ou ainda sobre casos não solucionados. Quando digo que vou à campo, é porque vou mesmo! Sigo os rastros para ajudar no que for possível. 

Portanto, seguramente lhes digo que eu não posso e nem é característico da minha espiritualidade apenas ficar psicografando. Jamais esperem isso de mim! 

Escrevo livros e músicas. Além disso, tenho também meu aspecto pessoal. Sou casada, tenho filhos e netos e todos os compromissos familiares típicos. Não tenho secretária do lar e não sou aposentada, por isso tenho uma rotina de trabalho. Por tudo isso e muito mais, o tempo que me resta para responder às perguntas que chegam através do Facebook e do blog ou ainda por telefone e e-mail, é bastante reduzido. Não posso e nem conseguiria ficar apenas em frente ao computador, respondendo em tempo real a todas às perguntas. Assim, preciso que compreendam que ninguém ficará na mão, mas irei fazendo na medida do possível. 

Amo todos vocês, mesmo que muitos eu não conheça pessoalmente e a todos desejo um excelente final de semana! 

Para aquelas que são avós, que Deus as abençoe infinitamente pelo dia de hoje. 

Agora convido-os a assistirem o vídeo que citei acima e apreciar a "Canção para Adriane":




Afetuosamente,


CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR


Digitação, revisão textual e publicação:
Maria da Graça Mendonça Gallotti
Maíra Gallotti Frantz

sábado, 19 de julho de 2014

DESISTIR DA LUTA... JAMAIS!


 Queridos curumins, erês, anjos de luz!

Como prometi aos meus amigos do Facebook e fãs do Michael Jackson, do Renato Aragão (Didi) e dos demais Trapalhões,  do Sérgio Mallandro hoje apresento a vocês alguns capítulos extraídos da 4ª edição do meu livro Desistir da luta... Jamais! (1994). Lendo com atenção o texto abaixo vocês poderão perceber que Michael já atuava como viajante astral ou interexistente antes mesmo do ano de 1994 e os outros, que permanecem encarnados, continuam atuando fora da templo corpóreo.


CAPÍTULO
ANJO DAS CRIANÇAS

O tempo em sua voragem implacável, não conseguiu remover nem apagar de nossas memórias a lembrança da passagem pelos céus azulados daquele pássaro de aço, que trazia em suas asas, a mais bela das legendas, a legenda do bem e da caridade.
Um dos anjos das crianças que realizou a mais perigosa, porém a mais nobre das travessias (dos mares e dos continentes) vinha confiando na proteção de Deus, pois tão santa e tão elevada era a missão que trazia.
Nunca a esperança, essa doce e suave companheira em que tanto confiamos e que só de nós se afasta na contínua tragédia da vida, em última instância, poderia cingir em fraternal abraço àqueles denodados pilotos que ansiavam pelo sentir de milhares de crianças mutiladas, algumas deformadas fisicamente e outras com as mãos escoriadas, para agradecer, com preces, pelo mundo generoso, o qual lhes ofertava óbolos.
E, porque a caridade desconhece pátrias, reavivam-se naqueles momentos os laços de solidariedade humana, quando a esmola era pedida em linguagem universal, agora realçada em maiores méritos por beneficiarem infelizes seres maus despontados para a aurora da vida em pátrias sofridas. E também porque as guerras trazem no seu cortejo fúnebre, esses quadros dantescos de comovente revelação – as criancinhas estendem as mãos mirradas à caridade.
O luto, a viuvez, a orfandade, a miséria e a destruição são os tétricos subsídios das guerras calamitosas.
Nessas lutas os vencedores não podem mais regozijarem-se das vitórias que tão custosas são, e os vencidos não podem erguer-se sem a ajuda dos vencedores. Mas, se só pela compaixão se poderá atingir o Supremo Bem, a Suprema Ventura, esses dois sentimentos mais aproximar-se-ão de Deus quando se fizerem acompanhar da esmola.
Agora os óbolos são dados à inocência, anjos implumes que não conheceram ódios, nem paixões e nem vinganças.
São os justos, desventurados seres carpiram amarguras e sofreram travos sem saber quem os condenou.
Foi assim, em socorro daquelas vítimas, que passou por aqui o Anjo das crianças, para ir, cair lá, além, nos confins, onde mãos piedosas os esperavam para mandar às pobres criaturas de além-mar o pedaço de pão que sobrou para nós todos neste outro lado do mundo.
Que Deus, em sua infinita bondade, recolha todas essas almas eleitas que tanto pulsaram pelo sofrimento alheio.
Continuando com os anjos das crianças recordamos dos benévolos emissários que estão na atualidade encarnados e às crianças se dedicam. Tantos são os exemplos...
[...]
Maria da Graça Xuxa Meneghel, na guarda evolutiva, Mara Maravilha e Angélica. Que possam as crianças com elas brincar, aprender e sorrir! Nesta estrada segura da infância outro Anjo, em viagem astral, desce dos Céus clamando às crianças que o acompanhem na canção “Professor de Amor”. Este Anjo é Sérgio Mallandro. Ele é luz e entende que nas asas da eternidade aflora a temperança. No porto seguro dos Anjos avistamos as chegadas e partidas dos viajantes astrais Didi, Dedé e Mussum, somados ao espírito de Zacarias, a sobrevoarem os solos brasileiros e outros solos mundo afora.
Outro Anjo das crianças, Michael Jackson, nascido negro feito noite e transformado em branco pelos Céus, como nuvem, sem química, apenas através de alteração ectoplasmática, em viagem astral dança liberto no tempo, com a chuva interior a molhar seu corpo esguio de homem-menino. Anjo Verdade baila nos palcos auxiliado por outros Anjos incógnitos, como tantos outros de luz. Este Anjo será pressionado por energias malévolas, mas com sua luminosidade própria brilhará e ele saberá, porque sabe, ser mais conveniente à paz do que à guerra. E tendo ouvidos para ouvir, ouçam. Tendo boca para falar, cantem com ele a oração sonora modernizada na redenção do existir.
Entre tantos Anjos benévolos conhecidos e desconhecidos, você, leitor, é um desses Anjos das crianças. Ricas ou maltrapilhas são crianças no hoje, adultos no amanhã. A criança que vive em paz é adulto que não faz guerra, e pertencendo à pátria que pertencer, cantando o hino que cantar, faz da paz o seu caminho.


CAPÍTULO
GUARAREMA DO ALÉM

Em energia descemos agora a Serra do Mar, acossados pela rigidez da invernia que foi benigna e clemente, a princípio, para tornar-se terrível quase no término da estação, quando a primavera se aproxima. É que nós fugimos à inclemência da natureza, nos abrigando na praia contra o frio que nos castiga ou que já castigou nossa carcaça, quando em Terra estávamos residindo. Em espírito não podemos evitar a nevada dos milênios que nos embranquece os cabelos invisíveis, tão visíveis, tornando-os cada vez mais velhos.
Vamos percorrendo o declive que começa no planalto para terminar à beira-mar. A paisagem não é mais aquela de outrora, exuberante, encantadora, inebriante, que atraía visitantes terrestres e extraterrestres, peregrinos e artistas do pincel e da caneta, admirando magníficos painéis criados pela Mãe Natureza.
Agora escasseiam-se as fontes que jorram águas, e no passado jorravam em borbotões dos rochedos para regarem as flores e as samambaias que pendiam sobre o leito da ferrovia. Rareiam os ipês doirados que enfeitavam a mataria verdejante. Faltam os robles frondosos que se erguem eretos como sentinelas da floresta virgem, engalanando-a e dominando-a. É que aquele ou este jardim florido também sofre à sombra vandálica das derrubadas inclementes.
Somos energias extra tempo e neste tempo estamos trazendo o que está no futuro para o presente, que será válido a partir de 1992.
Nossos momentos alambrados fazem-nos antecipar todas as paisagens altaneiras, aqui desta serra tranquila para, em espírito, prosseguirmos nossos trabalhos entre as pistas de aterrissagem dos modernos pássaros de aço (aviões) e os arranha-céus na selva de concreto.
Fomos convidados a participar, somados ao irmão André Luiz e sua equipe de mais uma sublime lição: proteger um dos Anjos das crianças, encarnado, que já visitou inúmeras pátrias e pousa agora em solo brasileiro. Enquanto reenergiza-se, sentados ao seu lado continuamos nossas pequeninas crônicas.

  
CAPÍTULO
OS EGÍPCIOS NÃO MORREM

O chamamento de uma disciplina espiritual, não raras vezes, nos inclinou a voltarmos para esses bastidores, onde se travaram outrora belíssimas campanhas, nas quais tomamos parte como simples soldados da pena ou de um volante.
Os anos, e talvez, a evolução que se processou vertiginosamente foram, sem dúvida, os fatores decisivos que nos colocariam à margem dessa imprensa trepidante da hora que atravessamos.
Para todas as atividades haverá um repouso e, nesta pausa, necessitamos amparar o Anjo das crianças que agora brinca em um playcenter na Pátria de Ismael (Brasil). Este é um preparo para que, no momento oportuno, desenvolva sua missão: irradiar luminosidade e magia para que todos que o rodeiam.
Dissemos nas linhas anteriores que para todas as atividades haverá um repouso mas, para os trabalhos intelectuais, espirituais ou terrenos desdobram-se as exigências, olvidam-se os cansaços.
A história registra mais de cem escritores experimentados que encaneceram a serviço das letras, ganhando em fulgurações espirituais aquilo que perdiam no desgaste material. Vergado o corpo ao peso de íntima angústia, pressentiam a velhice se aproximando a passos acelerados. E entre desilusões e desenganos, carpimos em silêncio as amarguras e os desencantos que os mais laureados lutadores já haviam sentido, para jamais acreditarmos que uma reação se faria no campo espiritual, minorando os travos.
Contudo, teremos que queimar nesta pira ardente as parquíssimas reservas do incenso espiritual que nos resta.
Consolemo-nos com a lembrança de que a experiência será sempre ingrata companheira retardada. E já que ela tantas vezes nos abandonou quando mais precisávamos duas suas sábias lições, prosseguimos lutando, estejamos encarnados ou incorpóreos, pela voz amiga desses leais amigos que nos estimulam, estendendo-nos as mãos generosas para sempre ampararmos almas desanimadas.
Procurando definir com justeza e precisão a exata significação do que é a história, um dos nossos insignes mestres deu a seguinte interpretação: a história de todas as civilizações é como a formação dos rios – antes de acharem seus leitos, são torrentes errantes que se precipitam, se cruzam, se chocam, se estreitam e se espraiam, percorrendo largos trechos com a aparência de um corpo normal para irromperem, através de aluviões, em direções divergentes e, antes de confluírem para o vale encontram seu alvo definitivo.
Essa explicação é uma das mais perfeitas, ajustando-se à análise e aos comentários, descrevendo-os e registrando-os para legá-los à posteridade.
A narrativa dos episódios, o teatro onde se desenrolaram os acontecimentos, tudo terá que se revestir de fatos verdadeiros para que a crítica, leal e construtiva, possa apoiá-los e os futuros cronistas espirituais e terrenos a citem com absoluta certeza.
Os mesmos propósitos deverão ser obedecidos pelo historiador quanto à investigação e à averiguação dos fatos que ocorreram, buscando fontes fidedignas, depoimentos irrecusáveis, para só assim assemelharem-se à formação dos rios de que nos fala aquele eterno amigo, podendo, no início, seguir sendas erradas, desviando-se, extraviando-se, chocando-se, cruzando-se, estreitando-se para finalmente vencer todas as dificuldades, transpondo os obstáculos até encontrar o leito verdadeiro, por onde prosseguirá até a sua foz, completando-se em realidade.
Um destino imutável viria fazer daquele estudante retardatário, para quem a matemática era ciência impenetrável, um dos maiores estadistas do mundo. E seria também a esse incomparável homem de Estado, que a humanidade ficaria devendo o maior tributo de gratidão por tê-la salvo, evitando que mergulhasse nas trevas da tirania.
Churchill passara à história como a afirmação mais eloquente de resistência moral, de bravura, de renúncia, de estoicismo, de denodo e de heroísmo. Somente Simon Bolívar, outro libertador pôde falar a seus exércitos vencedores que o aclamavam delirantemente, empregando linguagem semelhante, advertindo-os de que era mais fácil conduzir os povos para a guerra que organizá-los para a democracia.
Há, talvez, no reflexo dessa sentença profética feita nesta outra parte do mundo, quando também se combatem os invasores o mesmo sentido de advertência de que se preveniu o notado estadista inglês, para receber a derrota política originada pelos fenômenos sociais pós-guerra. Os escritores, visíveis e invisíveis, não devem desencartar-se ante o desinteresse e o indiferentismo de nosso público.
Se as esperançosas auras do ressurgimento de nossas letras tão cedo se desvaneceram, quando mãos piedosas procuram ampará-las e protege-las, não devemos desanimar. É o nosso roteiro espiritual que exige esses pequenos sacrifícios.
E a arte, nas suas manifestações mais delicadas, impõe aos seus eleitos a solidão, o sofrimento, a angústia e o desalento para purifica-los e redimi-los. Os seus dedicados servidores são chamados Anjos luminosos e rebeldes, ou angustiados e resignados, que nunca desanimam.
Por falar em Anjo, Michael Jackson, que desceu do pássaro de aço (avião) 727, neste exato momento passeia livremente. Quando todos pensam que ele está na cidade de São Paulo, está ele na cidade do Cristo Redentor, bem escondido da imprensa e do público. Quem tem espírito para nos compreender já entendeu amplamente. Setecentos e cinquenta metros quadrados de uma suíte, quinze quadros e dezoito tapetes persa podem ser trocados por uma singela rede ou uma esteira. Quem sabe a cidade do Rio de Janeiro não tenha sido o ponto escolhido e o descanso seja mesmo dentro do pássaro de aço. Quem sabe? Nós, seres invisíveis, não sabemos. Sabendo, continuamos aqui, entre bênçãos e perfumes caídos dos Céus.
Transcreveremos agora uma ideia do irmão J. B. Júnior, que em muito breve virá à lume. Eis: “A ilusão mata. Só a saudade salva. É preciso emergir do sonho, palpar a realidade nua para não ter medo de morrer”.


CAPÍTULO
LUVA BRANCA

Conforme lhes prometemos, trouxemos até estas modestas e simplórias páginas uma amigo muito especial. Refiro-me a um dos Anjos, missionário entre o Céu e a Terra. Pediu-nos ele que enviássemos um forte abraço a todos os espíritos encarados e invisíveis. Este abraço é do tamanho do Universo e nos diz que é uma enorme satisfação encontrar-se com todos nós. Nosso Anjo interplanetário preferiu acomodar-se em uma cadeira tubular de cor vinho e dourada, trazendo-nos neste detalhe a recordação de que juntos estivemos em épocas remotas. Este espírito, em vidas pretéritas, animou a matéria de um dos filhos de Jacob.
Percorrendo sua jornada reencarnatória o encontraremos na Índia, sendo um príncipe de real bondade e abnegação. Descrever-lhes este Anjo das crianças, adultos e jovens é uma tarefa difícil para nós, espíritos e perispíritos, que fomos convidados especialmente para apresentá-lo aos nossos leitores ecumênicos.
Mantemo-nos equilibrados e também o fazem os perispíritos, para que suas matérias não alterem suas glândulas pineais e hipofisárias. Essa turnê cósmica é uma das quarenta ou quarenta e uma em que ele se apresenta entre os países.
 Missão árdua a nossa porque fomos pegos de surpresa. Existiam rumores de que seríamos selecionados e, entre rumores e conclusões existe diferença e nesta residem casos e acasos.
Transmitindo ainda o recado do interexistente Michael Jackson este Anjo tão especial envia outro abraço à Alessandra, ao Dirceu e à Ingrid, agradecendo a todos esses irmãos terrenos pelo apoio e carinho que têm recebido durante esses últimos anos de peregrinação interplanetária.
Benévolo, nosso amigo ainda estende e intensifica seu agradecimento a todos os seus tutelados, dos quais sente proteção. Essa tutela advém de almas luminosas e vibrantes que, somadas a ele, em espírito, desde épocas remotas, souberam passar o Mar Vermelho junto com Moisés e Abraão. Desde então formam uma só energia.
[...]

CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA...

Referência bibliográfica:
  AGUIAR, Carmem Tiepolo Faini de. DESISTIR DA LUTA... JAMAIS! Curitiba; 1994.       4ª Edição, p. 469 a 498.

Assino este texto onde o papel é a união das pétalas de rosa branca, salpicadas com o dourado do Sol e bordadas com a luminosidade da Lua. Com a espada de Joana D'Arc eu desenho um coração em cima de cada coração.

Amém!
CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR


Digitação, revisão textual e publicação:
Maria da Graça Mendonça Gallotti
Maíra Gallotti Frantz

sábado, 5 de julho de 2014


MEUS ANJOS DE GUARDA PATROCINADORES



Apresento a vocês a Marize Raquel Berno que, ao longo destes quase trinta anos, foi a pessoa que digitou e continua a digitar e corrigir praticamente todos os livros manuscritos desde o primeiro, "Purificações de São João Batista".  A Marize, a qual carinhosamente chamamos de Mara, teve inúmeros motivos para desistir. Na época do primeiro livro ela, grávida, não demonstrou nenhum cansaço. Sofreu, chorou e se desesperou pois o "Apolo", apelido do seu computador todo emperrado, não tinha a menor condição de fazer o que os computadores atuais fazem. Mara diagramava e deixava todos os livros estética e gramaticamente corretos para que as editoras os imprimissem. 

Todas as palavras de agradecimento não são suficientes, frente a grandeza do que ela fez e continua fazendo. Se existem livros nas bibliotecas, em livrarias e onde quer que seja, o mérito pertence a ela. Isto a enaltece ainda mais pois, além dos atendimentos ao público na Casa de Orientação Espiritual Ecumênica Padre Cícero Romão Batista (COEE), em sua residência Mara digita os livros manuscritos, os corrige e traduz para o inglês. Há praticamente trinta anos ela desenvolve com maestria a sua missão. Foi ainda a patrocinadora que possibilitou a publicação do livro "Máfia da Crucificação", obra de título forte e teor suave. 

Mara, você não gosta que eu fique te elogiando, mas precisei passar por cima da tua vontade para poder colocar, neste blog, o que verdadeiramente você fez e continua fazendo. Até hoje me pergunto: será que ela não enjoa desta tarefa de digitar, corrigir e traduzir livros? Quem fomos nós em vidas passadas, que viemos com esta missão? O que eu sei é que sem você teríamos pilhas e pilhas de livros apenas manuscritos... 

Meus sinceros agradecimentos pelo amor que você expressa nesta causa e em tantas outras que abraça com carinho e ternura. Maga, bruxa, fada, gnomo, cristã. Esta é a Mara! É a minha amiga Marize Raquel Berno!




Agora é a vez de apresentar-lhes "Seu Luiz", Luiz Fernando de Castilhos e sua esposa, Rosa Helena Silva de Castilhos. Há mais de vinte anos eles editaram e patrocinaram três livros, todos de uma só vez, "Emmanuel, Sol e Lua", "Sol, Som e Vida" e "Sol, Som e Ação". O casal abriu mão de questões particulares para investir nestes livros. A recompensa deles, bem como a dos demais patrocinadores aqui citados e a minha, jamais foi financeira, pois nenhum de nós obteve lucro. Esta nunca foi a intenção! Os meus direitos autoriais e o patrocínio deles foram revertidos em benefício de causas maiores, de cunho social. Seu Luiz é expressão pura da abnegação, da luta pela causa, da fidelidade em alma. A espiritualidade dele rompe também as barreiras religiosas. "Dona Rosa", sua esposa, é tão especial quanto ele! Verdadeiros anjos de guarda que Deus colocou em meu caminho e no caminho dos espíritos que ditaram os livros. 


Esta é Célia Iubel. Célia também abriu mão de questões particulares  para patrocinar a publicação do livro "Mamonas na Chaminé". Ela acolheu os espíritos dos músicos do grupo Mamonas Assassinas, bem como os demais espíritos convidados por Dinho a participarem desta missão. Amiga fiel, de longas caminhadas,  o fez de forma ecumênica, com arrojo e desprendimento. 



Por hoje são estes os patrocinadores que lhes apresento. Nos próximos textos do blog apresentarei a vocês meus demais patrocinadores dos livros até o presente momento: Luiz Augusto de Aguiar, meu marido, que editou e patrocinou cinco livros, Jhony Cardoso, que editou "Busca e Intuição" e Dr. José Ernani de Carvalho Pacheco que editou e publicou, através da Editora Juruá, "O Pódium da Imortalidade".

Assino este texto onde o papel é a união das pétalas de rosa branca, salpicadas com o dourado do Sol e bordadas com a luminosidade da Lua. Com a espada de Joana D'Arc eu desenho um coração em cima de cada coração.

Amém!

CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR

Digitação, revisão textual e publicação:
Maria da Graça Mendonça Gallotti
Maíra Gallotti Frantz